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Saúde

Colos que Curam: acolhimento e fortalecimento de mães no CAPS Infantojuvenil

Grupo desenvolvido semanalmente no Centro de Atenção Psicossocial Infantil promove acolhimento, escuta e fortalecimento da rede de apoio entre mães

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Colos que Curam: acolhimento e fortalecimento de mães no CAPS Infantojuvenil
Por Assessoria de Comunicação
Foto SMS PME

A Prefeitura de Erechim, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, desenvolve, no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi), o grupo “Colos que Curam”, uma iniciativa voltada ao acolhimento, à escuta e ao fortalecimento das mães que acompanham o tratamento de seus filhos.

Realizado semanalmente, o grupo é conduzido pela psicóloga Eliete Goldberg, que utiliza o psicodrama, além de diferentes dinâmicas e técnicas terapêuticas, para promover momentos de conversa, reflexão, afeto e troca de experiências.

A proposta é construir um ambiente seguro, no qual as participantes possam compartilhar sentimentos, dificuldades, traumas e conquistas, sendo acolhidas sem críticas ou julgamentos. O trabalho valoriza a sensibilidade, a empatia e a escuta, fortalecendo vínculos de amizade, pertencimento e apoio entre as mulheres.

Segundo o secretário de Saúde, Vianei Mueller, a iniciativa amplia o olhar sobre o cuidado em saúde mental. “Cuidar da saúde mental das crianças e dos adolescentes também significa olhar para as mães e para as famílias que acompanham esse processo. O acolhimento, a escuta e o fortalecimento dos vínculos são fundamentais para que essas mulheres se sintam apoiadas e possam seguir com mais segurança no acompanhamento de seus filhos”, destaca.

A mensagem presente em um dos cartazes produzidos pelo grupo traduz parte dessa proposta: “buscamos a todo custo abraços cheios de calor” e alguém que possa ouvir, compreender e acolher. No “Colos que Curam”, cada história é respeitada e o coletivo se transforma em uma importante rede de apoio para enfrentar os desafios do cotidiano.

O fortalecimento dessas mães também contribui para o engajamento no tratamento dos filhos. Ao serem cuidadas e encontrarem uma rede de apoio, elas podem enfrentar com mais segurança suas próprias jornadas, conciliando trabalho, vida pessoal e o acompanhamento dos filhos no processo terapêutico.

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