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Economia

Nova edição do Minha Casa Minha Vida começa a aquecer mercado local

Maior procura deverá ser para apartamentos de dois quartos

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Erechim
Por Carlos Silveira
Foto Fabio MotoDrone

Uma nova oportunidade, assim se apresenta a reedição do programa do Governo Federal Minha Casa Minha Vida que pretende acelerar o mercado de imóveis no Brasil e dar a oportunidade para milhares de brasileiros que ainda pagam aluguel e não tem, hoje, condições de adquirir uma casa ou apartamento e ter um canto para chamar de seu. Valores de financiamento podem chegar até R$ 350 mil.  

 O Programa Minha Casa, Minha Vida foi reinaugurado neste ano com uma série de mudanças. Entra no lugar do Casa Verde e Amarela, criado sob a gestão passada. Uma Medida Provisória assinada em fevereiro impôs alterações nos limites de renda e o teto dos subsídios. 

Programa Minha Casa, Minha Vida

 Criado no ano de 2009, o Minha Casa, Minha Vida se propõe a facilitar o acesso à moradia para famílias de baixa renda. A recente atualização incentiva a produção e a aquisição de novas unidades habitacionais por famílias que possuem renda mensal de, no máximo, R$ 8 mil. A previsão do governo federal é que até 2026 o número de imóveis entregues chegue a 2 milhões, distribuídos de acordo com o déficit habitacional dos estados.

O Programa Nacional de Habitação Urbana (PNHU) promove a produção ou aquisição de novas unidades habitacionais ou a requalificação de imóveis urbanos, com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), Fundo de Desenvolvimento Social (FDS) e Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS).

 O Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR) subsidia a produção ou reforma de imóveis aos agricultores familiares e trabalhadores rurais, organizados sob a forma coletiva ou não, por intermédio de operações de repasse de recursos do Orçamento Geral da União (OGU) ou de financiamento habitacional com recurso do FGTS.

Público do Minha Casa, Minha Vida

 De Acordo com a Caixa Econômica Federal as operações do Programa são destinadas às famílias com renda bruta mensal de até R$ 8 mil em áreas urbanas, e renda bruta anual de até R$ 96 mil em áreas rurais

Faixa Urbano 1 – renda bruta familiar mensal até R$ 2.640,00;

Faixa Urbano 2 – renda bruta familiar mensal de R$ 2.640,01 até R$ 4.400,00

Faixa Urbano 3 – renda bruta familiar mensal de R$ 4.400,01 até R$ 8.000,00;

Faixa Rural 1 – renda bruta familiar anual até R$ 31.680,00;

Faixa Rural 2 – renda bruta familiar anual de R$ 31.680,01 até R$ 52.800,00 e

Faixa Rural 3 – renda bruta familiar anual de R$ 52.800,01 até R$ 96.000,00.

 A União arcará com até 95% do valor do imóvel destinado a famílias que se encaixam na Faixa 1 do programa. Essa é uma das principais alterações, em relação ao antigo Casa Verde e Amarela. Antes, a Faixa Urbano 1 ia até os R$ 1.800, agora passou para R$ 2.640. A Faixa Urbano 2 passou a ser de R$ 2.640,01 a R$ 4.400 e a Faixa Urbano 3 passou de R$ 4.400,01 a R$ 8.000.

Como se inscrever no Minha Casa, Minha Vida 2023?

 O processo de cadastro no atual Minha Casa Minha Vida depende da Faixa de renda em que a família se encaixa. O cadastro das famílias que se encaixam na Faixa 1 do programa são realizados por intermédio da Prefeitura da cidade em que elas habitam. Portanto, o primeiro passo é se inscrever no plano de moradias do governo local.

 As famílias que possuem renda mensal de R$ 2.640,01 a R$ 8.000 precisam entrar em contato com uma instituição ou incorporadora vinculada ao programa Minha Casa, Minha Vida ou falar direto com a Caixa.

O que muda no mercado local

Em Erechim procuramos algumas imobiliárias que destacam a medida como muito boa, pois vai acelerar um mercado que até então estava um pouco adormecido e com pouca perspectiva de melhoras.

De acordo com Vinícius de Abreu da Imobiliária Prigol, a medida é muito boa, pois com o aumento de valor haverá uma maior procura por casas e apartamentos com valores mais em conta do que as casas populares da primeira edição do Minha Casa Minha Vida.

“As pessoas já estão fazendo pesquisa de mercado para ver até onde se encaixam nos valores de compra e financiamento. Esta nova edição vai acelerar o mercado que hoje está na faixa entre os R$ 500 a R$ 600 mil. Com esta edição vamos entrar na faixa dos R$ 350 mil que se enquadra nos apartamentos de dois dormitórios”, garante.

Para Charles Provin da Imobiliária Rigon, esta nova edição vai aumentar as vendas, pois a medida estava sendo aguardada pelo setor imobiliário local e nacional. “Esperamos que o mercado dê uma reaquecida, já que se mantém estagnado desde o ano passado. Erechim se enquadra na faixa 2, que são imóveis até R$ 350 mil, o que garantirá uma boa procura que acaba girando a roda econômica local, pois interfere diretamente no setor imobiliário, girando o dinheiro pela cidade nos mais diversos setores. Esta medida veio ao encontro de todos, principalmente para beneficiar quem hoje mora de aluguel e terá condições de adquirir seu imóvel”.

Na Simão Imóveis, conforme Rodrigo Oliveira, esta nova edição deverá aquecer novamente o mercado em Erechim, já que até o momento interessados na compra não conseguiam chegar ao valor na hora de financiar, pois os juros acabavam ficando muito altos, como também o fato de que os imóveis novos subiram muito.

“Quando falamos em uma faixa de R$ 250 muitas pessoas que procuravam não conseguiam alcançar, financeiramente, as possibilidades de pagamento, o que muda a partir de agora com esta nova edição do Minha Casa Minha Vida, principalmente em apartamentos com dois quartos. Desde o seu relançamento já recebemos diversas ligações de interessados em valores e fazer a simulação, já que os juros serão menores e com melhores condições aos interessados”, pontua. 

Uma nova oportunidade, assim se apresenta a reedição do programa do Governo Federal Minha Casa Minha Vida que pretende acelerar o mercado de imóveis no Brasil e dar a oportunidade para milhares de brasileiros que ainda pagam aluguel e não tem, hoje, condições de adquirir uma casa ou apartamento e ter um canto para chamar de seu. Valores de financiamento podem chegar até R$ 350 mil.  

 O Programa Minha Casa, Minha Vida foi reinaugurado neste ano com uma série de mudanças. Entra no lugar do Casa Verde e Amarela, criado sob a gestão passada. Uma Medida Provisória assinada em fevereiro impôs alterações nos limites de renda e o teto dos subsídios. 

Programa Minha Casa, Minha Vida

 Criado no ano de 2009, o Minha Casa, Minha Vida se propõe a facilitar o acesso à moradia para famílias de baixa renda. A recente atualização incentiva a produção e a aquisição de novas unidades habitacionais por famílias que possuem renda mensal de, no máximo, R$ 8 mil. A previsão do governo federal é que até 2026 o número de imóveis entregues chegue a 2 milhões, distribuídos de acordo com o déficit habitacional dos estados.

O Programa Nacional de Habitação Urbana (PNHU) promove a produção ou aquisição de novas unidades habitacionais ou a requalificação de imóveis urbanos, com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), Fundo de Desenvolvimento Social (FDS) e Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS).

O Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR) subsidia a produção ou reforma de imóveis aos agricultores familiares e trabalhadores rurais, organizados sob a forma coletiva ou não, por intermédio de operações de repasse de recursos do Orçamento Geral da União (OGU) ou de financiamento habitacional com recurso do FGTS.

Público do Minha Casa, Minha Vida

 De Acordo com a Caixa Econômica Federal as operações do Programa são destinadas às famílias com renda bruta mensal de até R$ 8 mil em áreas urbanas, e renda bruta anual de até R$ 96 mil em áreas rurais

Faixa Urbano 1 – renda bruta familiar mensal até R$ 2.640,00;

Faixa Urbano 2 – renda bruta familiar mensal de R$ 2.640,01 até R$ 4.400,00

Faixa Urbano 3 – renda bruta familiar mensal de R$ 4.400,01 até R$ 8.000,00;

Faixa Rural 1 – renda bruta familiar anual até R$ 31.680,00;

Faixa Rural 2 – renda bruta familiar anual de R$ 31.680,01 até R$ 52.800,00 e

Faixa Rural 3 – renda bruta familiar anual de R$ 52.800,01 até R$ 96.000,00.

 A União arcará com até 95% do valor do imóvel destinado a famílias que se encaixam na Faixa 1 do programa. Essa é uma das principais alterações, em relação ao antigo Casa Verde e Amarela. Antes, a Faixa Urbano 1 ia até os R$ 1.800, agora passou para R$ 2.640. A Faixa Urbano 2 passou a ser de R$ 2.640,01 a R$ 4.400 e a Faixa Urbano 3 passou de R$ 4.400,01 a R$ 8.000.

Como se inscrever no Minha Casa, Minha Vida 2023?

 O processo de cadastro no atual Minha Casa Minha Vida depende da Faixa de renda em que a família se encaixa. O cadastro das famílias que se encaixam na Faixa 1 do programa são realizados por intermédio da Prefeitura da cidade em que elas habitam. Portanto, o primeiro passo é se inscrever no plano de moradias do governo local.

 As famílias que possuem renda mensal de R$ 2.640,01 a R$ 8.000 precisam entrar em contato com uma instituição ou incorporadora vinculada ao programa Minha Casa, Minha Vida ou falar direto com a Caixa.

O que muda no mercado local

Em Erechim procuramos algumas imobiliárias que destacam a medida como muito boa, pois vai acelerar um mercado que até então estava um pouco adormecido e com pouca perspectiva de melhoras.

De acordo com Vinícius de Abreu da Imobiliária Prigol, a medida é muito boa, pois com o aumento de valor haverá uma maior procura por casas e apartamentos com valores mais em conta do que as casas populares da primeira edição do Minha Casa Minha Vida.

“As pessoas já estão fazendo pesquisa de mercado para ver até onde se encaixam nos valores de compra e financiamento. Esta nova edição vai acelerar o mercado que hoje está na faixa entre os R$ 500 a R$ 600 mil. Com esta edição vamos entrar na faixa dos R$ 350 mil que se enquadra nos apartamentos de dois dormitórios”, garante.

Para Charles Provin da Imobiliária Rigon, esta nova edição vai aumentar as vendas, pois a medida estava sendo aguardada pelo setor imobiliário local e nacional. “Esperamos que o mercado dê uma reaquecida, já que se mantém estagnado desde o ano passado. Erechim se enquadra na faixa 2, que são imóveis até R$ 350 mil, o que garantirá uma boa procura que acaba girando a roda econômica local, pois interfere diretamente no setor imobiliário, girando o dinheiro pela cidade nos mais diversos setores. Esta medida veio ao encontro de todos, principalmente para beneficiar quem hoje mora de aluguel e terá condições de adquirir seu imóvel”.

Na Simão Imóveis, conforme Rodrigo Oliveira, esta nova edição deverá aquecer novamente o mercado em Erechim, já que até o momento interessados na compra não conseguiam chegar ao valor na hora de financiar, pois os juros acabavam ficando muito altos, como também o fato de que os imóveis novos subiram muito.

“Quando falamos em uma faixa de R$ 250 muitas pessoas que procuravam não conseguiam alcançar, financeiramente, as possibilidades de pagamento, o que muda a partir de agora com esta nova edição do Minha Casa Minha Vida, principalmente em apartamentos com dois quartos. Desde o seu relançamento já recebemos diversas ligações de interessados em valores e fazer a simulação, já que os juros serão menores e com melhores condições aos interessados”, pontua. 

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