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Economia

Finep e Lei do Bem apresentam linhas de financiamento à inovação e incentivos fiscais em palestra

Evento ocorreu junto a sede da ACCIE

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Presidente da ACCIE Darlan Dalla Roza
Por Carlos Silveira
Foto ASCOM

A Associação Comercial, Cultural e Industrial de Erechim (ACCIE), juntamente com a Prefeitura de Erechim, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, promoveu, nesta quinta, 25, palestras voltadas a oportunidades às empresas na área de financiamento à inovação e incentivos ficais. Entre os temas estavam: Finep – Novas condições de financiamentos subsidiados para apoio à inovação e a Lei do Bem – Incentivos fiscais à inovação tecnológica.

Na abertura, o presidente da ACCIE, Darlan Dalla Roza, destacou que a Finep é uma importante ferramenta de fomento à inovação. “Sabemos que o futuro das empresas depende da inovação e a criação de novos produtos para a sua sobrevivência a longo prazo”, comentou.

 Segundo ele, sabe-se que o conhecimento e a informação dobram a cada ciclo. Na década de 60, era a cada 30 anos, hoje, o conhecimento dobra a cada dois anos. “Então inovar é uma questão de sobrevivência para todas as nossas empresas. Sabemos que 50% do faturamento que teremos daqui dois ou cinco anos são de produtos que ainda não foram criados. Portanto, a inovação faz parte de todas as empresas”, enalteceu Darlan. Ele finalizou que afirmando que a ACCIE, em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, quer fomentar ainda mais o setor público e privado para o desenvolvimento e inovação.

FINEP

Foram palestrantes pela Finep o Gerente Interino da Regional Sul da Finep, João Florêncio da Silva; Eliara Bau e Luiza Fonseca da Silva, sócias da Oslum Consultoria Empresarial e a Gerente Financeira da Olfar, Elisete Zin. A sócia da Oslum Consultoria, Eliara Baú, iniciou fazendo uma apresentação da sua empresa e apresentou os principais programas e linhas de financiamento de financiamento à inovação da Finep.

 

LINHAS DE FINANCIAMENTO

Entre as linhas da Finep de financiamentos para inovação para a empresa e/ou para o mercado estão: Concepção de novo produto, processo de fabricação ou serviço; Aprimoramento de produto ou processo, contemplando novas funcionalidades, tecnologias ou características que impliquem em melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade; Implantação de Parques tecnológicos; Estruturação e consolidação dos processos de pesquisa e o desenvolvimento do mercado.

Durante a palestra, Eliara explanou sobre a importância do projeto, os principais itens financiáveis, que vão desde equipe própria, softwares, obras civis e instalações, máquinas e equipamentos nacionais e importados, aquisições de empresas para absorção de tecnologia, produção pioneira e comercialização até matérias primas, serviços de terceiros, consultorias, testes, logística, distribuição e marketing. Também falou das garantias, linhas de enquadramento e condições operacionais.

O Gerente Interino da Regional Sul da Finep, João Florêncio da Silva, apresentou as linhas especiais de financiamento e enalteceu que as taxas de juros como as menores do mercado. A Gerente Financeira da Olfar, Elisete Zin, apresentou o case da Olfar, que que está sendo financiada pela Finep.

         LEI DO BEM

O evento também contou com uma palestra sobre os mecanismos de incentivo à inovação Lei do Bem, apresentada pelos sócios da BSR Consultoria, uma empresa de soluções jurídicas em direito tributário, Andre Ribeiro, Braulio Birnie e Luis Felipe Scheid. 

GASTOS PERMITIDOS E NÃO PERMITIDOS

Os especialistas apresentaram os gastos permitidos e não permitidos. Entre os permitidos estão: Pessoal (RH): salários, encargos e benefícios; Serviços de terceiros (ME, EPP, universidades, institutos de pesquisa); Serviços de Apoio técnico e Tecnologia Industrial Básica; Capacitação técnica; Materiais: aplicados na pesquisa, elaboração dos protótipos, amostras e modelo piloto; e outros dispêndios: viagens, feiras, etc.

Entre os não permitidos estão: Obras civis; Subvenções econômicas; Dispêndios não operacionais, como trabalhos administrativos e financeiros; Serviços de P&D por grandes empresas (transferência da execução de pesquisa); e Encargos de depreciação ou amortização de bens destinados à utilização nas atividades de Inovação Tecnológica.

 

 

 

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