Após a fala do prefeito, um grupo de seis manifestantes foi recebido no Salão Nobre, para entregar uma carta ao Executivo, com suas reivindicações. E vários assuntos foram debatidos. Em alguns momentos a reunião foi tensa e não seria diferente para o momento. De um lado o prefeito, que precisa respeitar a lei e o que está vigente no RS, e do outro, os comerciantes e prestadores de serviços querendo trabalhar. Todos com suas razões, e legítimas.
“Os médicos têm que escolher quem vai para UTI”
Polis repassou os esforços que estão sendo tomados para aumentar a capacidade de atendimento no hospital público. Falou que o município de Erechim e a AMAU sempre defenderam a cogestão. Em parte da fala, um dado que preocupa: “os médicos têm que escolher quem vai para a UTI”, afirmou Polis
O antigo governo
O vice-prefeito, Flávio Tirello, disse que o antigo governo não fez a cogestão de bandeira vermelha para preta, que foi feito agora, mas acabou não sendo utilizado em função do decreto de Eduardo Leite.
Os manifestantes
Todos os presentes tiveram oportunidade de falar. Átila Dorigoni, que trabalha há 30 anos com academia, afirmou que o local é extremante seguro e promove a saúde.
Tratamento precoce
Marinês Ronsoni, que tem comércio de roupas, trouxe exemplos de municípios onde o tratamento precoce foi aplicado. Polis citou outros municípios e disse que a cidade tem um médico infectologista que orienta as ações.
O advogado e o prefeito
Fábio Menezes, advogado, afirmou que se o prefeito quiser, ele pode, via decreto, mudar essa situação usando exemplo do governo federal. Fez mais algumas colocações e nesse momento que a reunião ficou mais tensa. O prefeito pediu para o advogado deixar os outros falarem também.
A fiscalização
Outra representante, que é moradora dos altos da Maurício, questionou de que forma se dá a fiscalização, que vai nas lojas, mas quando a Brigada Militar é acionada para dispensar aglomerações, argumenta que não tem viaturas.